Medo. É o que sinto neste momento e o que me consome o corpo todo. Medo do desconhecido e do conhecido, medo das lágrimas e das saudades, medo das gargalhadas passadas e das que podem cessar.
Percorre-me um formigueiro na barriga e estagna-me um nó na garganta. A mil à hora está a minha cabeça.
Hoje já não sou eu.
Daqui a cinco meses espero rir-me disto...
Amanhã Madrid!
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