quinta-feira, 2 de setembro de 2010

MEDO

Medo. É o que sinto neste momento e o que me consome o corpo todo. Medo do desconhecido e do conhecido, medo das lágrimas e das saudades, medo das gargalhadas passadas e das que podem cessar.
Percorre-me um formigueiro na barriga e estagna-me um nó na garganta. A mil à hora está a minha cabeça.
Hoje já não sou eu.

Daqui a cinco meses espero rir-me disto...


Amanhã Madrid!

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